sábado, 16 de junho de 2012

Bem haja, amigos...ontem dei pelo que parece, a minha última aula de EVT, disciplina para a qual tanto me dediquei nos últimos 20 anos. Comentei com uma colega, este facto e um vazio se abateu sobre nós, uma nostalgia antecedente. AS ESCOLAS PORTUGUESAS vão ficar mais tristes, os alunos menos motivados.....a escola vai ser diferente, no meu ponto de vista para pior. Não só, mas principalmente na minha profissão, gostaria de acreditar que todos estes “apertos de sinto”, todas estas mudanças sem nexo e sem estudos prévios, tivessem algo de positivo, no entanto, prevejo que tal não acontecerá e que depois será tarde de mais, pois já algumas gerações perderam muito e toda uma NAÇÃO estará mais pobre de dinheiro e de conhecimento, então ficaremos TODOS bem mais tristes e pobres. Viva a revolta estudantil de Coimbra (1969). Incidentes desencadeados a partir de Coimbra em 17 de Abril de 1969.... e que tanta coisa mudou, PARA MELHOR.

domingo, 20 de novembro de 2011

Visitem

Locais interessantes para visitar:

http://huauh.webnode.pt/

http://www.facebook.com/huauh


quarta-feira, 16 de novembro de 2011

domingo, 13 de março de 2011

Por EVT porque é preciso......

Este Governo quer eliminar o par pedagógico na disciplina de Educação Visual e Tecnológica, se assim for, os "nossos" alunos deixaram de aprender fazendo, elemento fundamental para a compreensão das "coisas" e de "tudo". Ensinar aos alunos de 11 e 12 anos como as coisas são feitas, de forma teórica, NUNCA será a mesma coisa que ensina-las deixando-as fazer precisamente o que lhes é proposto. Esse elemento fundamental "SABER FAZER" desaparecerá e anos mais tarde teremos uma sociedade bastante mais pobre, culturalmente e socialmente, pois não saberão, realizar tarefas fundamentais, porque não tiveram oportunidade de as experimentar, a velha máxima, aprender fazendo, " - Olha, vamos construir isto para verem o que acontece.

“ No meio da crise sócio – económica e do cinzentismo emocional instalado no País há vários meses, eis que o Relatório PISA, recentemente publicado, trouxe algumas boas evidências para Portugal. E a melhor de todas, a que considero verdadeiramente paradigmática, foi omitida pela maioria dos órgãos de comunicação social. Mais de 90% dos alunos portugueses afirmaram ter uma imagem positiva dos seus professores! O relatório conclui que os professores portugueses são os que têm a imagem mais positiva de entre os docentes dos 33 países da OCDE, tendo desde 2006 aumentado 10 pontos percentuais! O mesmo relatório conclui que os professores portugueses estão sempre disponíveis para as ajudas extras aos alunos e que mantêm com eles excelente relacionamento.

Estas evidências são altamente abonatórias para os professores portugueses. E deveriam ter sido amplamente divulgadas pelos órgãos de comunicação social (e pelos habituais fazedores de opinião luxuosamente remunerados que escrevem para os jornais ou são comentadores na rádio e na televisão) que ostensivamente consideram os professores do ensino básico e secundário como uma classe pouco profissional, com imensos privilégios e luxuosas remunerações….

Uma classe profissional que deveria ser acarinhada e apoiada por todos, que deveria ter direito às melhores condições de trabalho (salas de aula, equipamento, formação, etc), e que tem sido maltratada pelo poder político e, pior todos aqueles, que tinham o dever de estar suficientemente informados para produzirem uma opinião isenta para os demais membros da comunidade.

Ao conjunto destas evidências acresce uma outra, onde o papel dos professores é determinante: a inclusão. O relatório revela-nos que Portugal é o sexto país da OCDE cujo sistema educativo melhor compensa as assimetrias socioeconómicas! E ainda refere que o nosso país tem a maior percentagem de alunos carenciados com excelentes níveis de desempenho em leitura. “

Então, o Ministério da Educação de Portugal, prepara-se para despedir no próximo ano lectivo cerca de, 40.000 professores onde cerca de 7.000 são de Educação Visual e Tecnológica. Se esta medida for avante, este será o último ano em que os "NOSSOS FILHOS/AS" deixaram de fazer TRABALHOS PRÁTICOS e por conseguinte aprender da forma "SABER, SABER FAZER". Se algum professor se “aventurar” a esta metodologia, dentro da sala de aula, com 30 alunos com martelos, serrotes, berbequins, e outras mais ferramentas na mão e, apenas com a supervisão de um só docente, os acidentes vão acontecer e os Encarregados de Educação, legitimamente vão pedir satisfações.

O próprio CNE (Conselho Nacional de Educação) dá o seu parecer alertando para os malefícios destas medidas, que este Governo se prepara para contextualizar e implementar, elas são altamente prejudiciais do ponto de vista didáctico e pedagógico para o nosso sistema educativo. As alterações que em diversas ocasiões foram introduzidas na Lei de Bases do Sistema Educativo, desde que este foi publicado em 1986, foram sempre de carácter didáctico/pedagógico, na opinião do CNE, estas últimas são unicamente economicistas, não com o intuito de melhorar o currículo dos nossos alunos ou a melhoria do nosso sistema de ensino.

Assim não pode ser!

domingo, 5 de dezembro de 2010

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

2009/2010


Pois......finalmente, e nos próximos 1460 dias sensivelmente (ou mais quem sabe) é por aqui que vou andar.
http://aggois-m.ccems.pt/
http://www.eb23-gois.rcts.pt/index2.htm

E....não se esqueçam:
Arte é Terapia Infantil